Decorridos mais de cinco meses, já se pode fazer uma avaliação mais global do desempenho político-administrativo do governo Roberto Magalhães. Nestes 150 dias, o novo governo de Pernambuco se beneficia de aspectos positivos e enfrentados graves dificuldades. Os aspectos positivos são pelo menos três. Primeiro, uma boa simagem a nível nacional. A possibilidade de um governo liberal-conservador, pautado por um radicalismo de direita, foi neutralizada por afirmativa defesa do Nordeste e pelo estilo franco e. de opiniões definidas do governador Magalhães. Segundo, a crise interna do PMDB, Paralisada pelo desacordo entre suas principais lideranças, a oposição ao governo não veio do partido em seu todo. Restringiu-se à atuação isolada de alguns deputados estaduais e veradores. O caminho está livre. O governo inclusive usa de discurso que em outros tempos seria discurso de oposição. O PDT, por sua vez, cresceu muito recentemente, mas dedica seu maior esforço a se organizar e preparar-se para as diretas de 1984. Finalmente, o terceiro aspecto positivo é a autonomia diante do governo federal. A ressaca que temem cama de PDS depois de sua convencção nacional, e o primeiro interna da administração federal, deixam espaço para uma atuação mais desenveita para parte do governo estadual.

As difficulties que esfrenza são também letra,
pelo menos, Primeiro, a conturbada convivência com suas próprias bases políticas e sociais. Seja em relação aos problemas administrativos herdados do governo Marco Maciel — o prejuízo do Bandega, a crisa de Cohab, o empregoismo das estátis —, seja em relação aos interesses recónditos dos que lhe apoiaram — na questão dos melecírols, da polícia dos rios etc. Segundo, a crisa financeira do Estado. A receita fiscal do Estado é quase insuficiente para pagar em dia o funcionalismo público. Inexistem recursos para inventimentos. Acresça-se o aspecto de receio que do sertão chegou ao Liberal. Facite lá raciona água: dia sim, dia não. Finalmente, a terceira dificuldade que oaprendia a ausência de governo. A defesa do moracememássimo do governo. A defesa do moracememássimo do governo. Mas são definizam um sello de governo. Mas são definizam para cimar substantivamente um processo do administração pública. Até agora, mais algumas exceções, o governo não tomou a intenção de apelo em rescão aos problemas que ativen seriamente o pernambucano. O sello está na reação, aos problemas e遺盜, que não ele pouco num Estado como performance

(Joaquim Falcão)

_30/08/1983_