Uma democracia que vive de gatilhos
Parece que estamos numa democracia de “urgências”. Não vem de hoje.
Parece que estamos numa democracia de “urgências”. Não vem de hoje.
Apostar em tecnicalidades e nulidades menores não é a estratégia mais promissora.
Corrupção não é ato individual. É sempre uma relação entre empresas e governos.
‘Se as empreiteiras aceitarem o acordo que está sendo costurado por Adams, tudo poderá acabar na Justiça’
Em artigo publicado no site Jota, Felipe Seligman fala da participação do professor Joaquim Falcão para a aprovação do 1º Pacto Republicano.
Viena