"CNJ é da sociedade, não dos juízes"
Para Joaquim Falcão, tenta-se novamente colocar os interesses corporativos contra os da sociedade.
Para Joaquim Falcão, tenta-se novamente colocar os interesses corporativos contra os da sociedade.
Estabelece-se o risco de nem os culpados serem punidos da forma como estabelece a lei, nem os inocentes serem preservados, como é seu direito perante a lei.
Ex-conselheiro do CNJ diz que caso é parte de processo de evolução do judiciário no Brasil
O combate à corrupção não pertence a nenhum partido. Mas à nação.
Interesses corporativos criaram ideologia de autolimitação do CNJ
‘O principal indiciado por Janot foram as relações entre as empreiteiras, partidos e políticos’