As medidas econômicas tomadas ontem, independente de serem ou não necessárias, independente de se trarão ou não resultados, colocam ao claro dois aspectos importantes da crise que atravessa o Pals. Em primeiro lugar, fica claro que as autoridades econômicas reconhecem que não controlam mais a nossa economia. Pelo menos através dos mecanismos clássicos de gestão econômica, comuns aos países do Ocidente, onde está o Brasil. Através da política monetária, fiscal, industrial e de emprego. Necessitam agora de mecanismos da Segurança Nacional. A pergunta que se coloca é então apenas uma. Se os mecanismos econômicos tradicionais funcionam nos outros países, por que não funcionam no Brasil. A resposta é simples. Não há política econômica, em pais nenhum do mundo, que seja eficaz sem ter um mínimo de consenso social em torno dela. A política economica do governo há tempo perdeu este começo. Não conseguiu eredibilidade inteira na ou externa. Perdeu a credibilidade não para que emprearles, trabalhadores e credoes. Internacionais sejam contra o governo. On sejam subversivos. Perdeu em credi bilhade porque tem ado continuadamente injustiça. Não hada a influyde. Não tradu-se
desemprego. Não paga as dívidas internacionais.
Em segundo lugar, fleca claro que o governo, no seu esforço sincero de controlar a economia, dispensa a participação de qualquer segmento social no processo de decisão sobre os rumos de nossa economia. Opta por decisões solitárias. Dispensa a particelpação que traria um sentimento de responsabilidade dos cidadãos. Exclutu o Congresso, o Judicélario, os empresários e os trabalhadores. Ignorn que o maior crítico da política econômica não é nenhum desses. O maior crítico são os fatos. São os resultados desta política
O que caracteriza um regime democrático é a rotatividade no poder, através do julga-
mento do elector. Se o governante aceita, ganha o respeito dos elef収, e provavel
mente o refeito. Se era, o elector tem a pos-
abilidade de escolher muito. Pacífica é de
muerificamente. Na geral da ecomunia
brasilheira, era de e confiúse com mão
poder, junquin Palácio
[ASSINATURA NÃO DETECTADA]
_14/07/1983_